quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Realmente, sexo frágil



Chego a conclusão que eles não aceitam o que nós pensamos, de jeito nenhum, eles sempre são os certos, os “espertos”. E os espertalhões acham que por sermos consideradas o sexo frágil, realmente por alguns momentos podemos parecer frágeis e bobinhas. Mas na na ni na na queridinhos.

Santas, bobinhas, mimosinhas, compreensíveis, as que eles acham que sempre vão dominar.

Eles os espertalhões, os fanfarrões, os super espertos, os “caras”, que chegam a se achar ninjas.

Nós amamos, sentimos, choramos, esperneamos , somos sentimentais.

Eles os durões, os que não sentem absolutamente nada, os que acham que dependemos deles. Que aliás é tudo farsa.

Nós as sentimentais, eles os inabaláveis.

A maioria deles usa a seguinte teoria, que é uma farsa, mas eles ainda acham que nos enganam, que vai uma e vem várias melhores.

Nós sempre quietinhas, comentando de canto de olho com as amigas, eles se achando muito espertos e falando com os amigos.

Nós quietas assistindo o show de esperteza que eles nos mostram, só esperando o tombo, a falha dos inteligentes. Eles fazem planos, estratégias inteligentes e se enredam tanto que saí até enredo pra samba de laje. Fazem, fazem , mas não adianta, sempre deixam aquela cordinha para puxarmos, eles jamais vão conseguir fazer o plano perfeito, pode demorar anos, mas eles não tem essa capacidade que nós temos, de fazer várias coisas ao mesmo tempo.

Eles até podem nos convencer no começo, mas depois nós começamos a perceber, e eles começam a se enredar tanto que começamos a perceber que os que se acham tão espertos, não tem tanta esperteza quanto nós, as do sexo frágil.

Eles falam, olham, comentam, e nós ali assistindo.. Fazem mil e quinhentas estratégias, e se um dessa der certo é muito. Pelo simples fato como já disse, os espertalhões não tem a nossa capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo. E eles ainda tem a empáfia de nos achar bobas. Só rindo mesmo.

Mas o final, ah o final. É sempre o mesmo, depois de levar o chute do sexo frágil, eles vem dóceis feio cães adestrados, bajulam, agradam, ficam quietinhos, ficam feito cavalo de carroça, que só olha pra frente.

E aí, chega a hora de mostrar pra eles quem é que manda, e são elas, aqueles que eles acharam bobinhas e sensíveis.

Acabamos com toda a esperteza deles em dois tempos. E em quanto eles acham que comandam, nós já estamos com tudo arquitetado, tudo perfeitamente esquematizado. E sempre sem deixar a cordinha.

Eles podem aprontar várias vezes, mas o final é sempre o mesmo, nós no comando e eles os espertos sempre obedecendo.

E será que nós somos as bobas? (risos)

Logo penso, como é bom ser frágil, boba e sensível.

2 comentários:

nina disse...

antes 'bobinha' do que burro! hahaha

mais amor, por favor. disse...

Com toda certeza é melhor ser a boba, frágil, sensível, sentimental, aparentemente fraca do que tentar ser um fanfarrão durão, que é o que eles não são. Adorei teu canto, beijos!